terça-feira, 11 de novembro de 2008

Erros comuns . . .

Quem nunca errou ? Fez uma avaliação ou uma aposta que não se concretizou ? Pois é . . . erros são parte inerente ao nosso aprendizado. Aprendemos muito com nossos erros. O importante é não errar em coisas muito importantes, como eu escrevi em algum artigo no passado. Um erro comum é substimar situações ou dificulades. Outro é ser simplista e escolher sempre a lei do menor esforço. Contar com algo incerto antecipadamente acreditando cegamente no "potencial". Cansamos de ver fracassos de todo tipo por conta desses erros. Sociedades que não dão certo (inclusive a conjugal), negócios que são abortados (comprar imóveis na planta, por exemplo), demissões no período de experiência (por inadaptação ao chefe), investimentos que dão prejuízo. A lista é enorme. O importante é "saber viver", aproveitando as vantagens que se possui e evitando-se cair em armadilhas, que podem destruir uma vida. Essas "armadilhas" podem arruinar sua saúde, acabar com suas economias ou destruir seu amor. Qualquer uma dessas ocorrências te levará a infelicidade.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Novos Médicos - O Resultado do Exame do CREMESP

Uma noticia desalentadora saiu hoje no jornal: 61% dos médicos que voluntariamente se inscreveram no exame do CREMESP foram reprovados. O exame foi básico e faculdades tradicionais como a USP aprovaram apenas 52% dos inscritos. A Santa Casa aprovou 56% e a UNIFESP aprovou 64%. Os resultados mostram a calamidade do ensino médico no Brasil. Cair na mão de um médico despreparado desses pode nos custar a vida. As causas foram analisadas em longa entrevista concedida a radio CBN e são várias, tais como proliferação de escolas médicas sem condições de ensinar os alunos, falta de seleção adequada dos alunos, bastando ter 3.000,00 para pagar a mensalidade, professores despreparados, ausência de aferição adequada do aprendizado da medicina pelas escolas (segundo o entrevistado, nenhum aluno que tenha passado pelas matérias básicas dos dois primeiros anos é reprovado posteriormente nos anos seguintes). Resta-nos pois REZAR para não ficarmos doentes, e, se ficarmos, REZAR de novo para ser atendido por um médico competente, provavelmente dos antigos.

A capacidade de se colocar no lugar do outro: Empatia

Sempre achei uma das mais nobres qualidades de um ser humano, junto com a solidariedade, a capacidade de se colocar no lugar dos outros, ou seja, a empatia. Infelizmente são poucas as pessoas que tem essa qualidade. Tem muito mais gente adepta do "se a farinha é pouca, meu pirão primeiro", ou seja, gente que está se lixando para o que os outros estão sofrendo ou sentindo. Estão apenas interessadas em si mesmas e nos seus problemas, pequenos ou grandes. Aqui podemos recorrer a um outro artigo intitulado "Os outros". Pois é . . . Existem situações, tais como doenças, que as pessoas não fazem a menor idéia do que significam. Dores atrozes, tanto físicas quanto morais, que apenas quem sente tem a noção exata. O desemprego, por exemplo. Quem nunca perdeu o emprego, em geral, não tem a real percepção do que seja a angustia de procurar uma colocação e submeter-se ao julgamento dos outros. Hoje em dia me acostumei a dizer que eu entendo tudo, mas, não necessariamente, concordo com o que vejo, ouço ou presencio. Como disse em outro artigo, sou basicamente um idealista e um idealista tem de ter fé. Fé na humanidade e na possibilidade de evolução da espécie humana.

Tios Tias Primos e Primas

Interessante nossa relação com os tios, tias, primos e primas. Como no passado, por razões obvias, as familias tinham muitos filhos, minha geração tem, em geral, muitos tios e tias. Eu tive 6 paternos e 5 maternos. 5 tias maternas e 1 tio paterno e 3 tios maternos e 2 tias maternas. Como seria de se esperar, o convívio com uns foi maior do que com outros. Sempre temos o tio ou tia preferidos e outros que nos são simpáticos, por uma razão ou outra. Outros são mais distantes . . . Já com os primos a distância foi a regra, pelo menos no meu caso. Minha observação de outras famílias mostra que nem sempre isso é verdade, embora existam casos como o meu. Primos podem ser muito diferentes de nós. Principalmente se nos lembrarmos de outro artigo que mostra que entre irmãos já é dificil haver muitas semelhanças. Imagine então entre primos ! Na infância ainda existiram alguns aniversários, talvez por influência dos tios e tias. Depois os casamentos . . . e então chegamos a um outro artigo: casamentos, funerais e inventários . . .

Não basta conseguir: É necessario manter

Cansamos de ver exemplos de pessoas que conseguem amealhar dinheiro, cargos e boa fama e que por incompetência perdem essas conquistas. Por que tem de ser assim ? Minha opinião é que essas conquistas foram feitas através de uma caracteristica pessoal que era favorável no exato momento em que surgiu a oportunidade. Com o passar do tempo, a inabilidade do sujeito e sua incapacidade de adaptar-se (entenda-se como capacidade de adaptar-se obter e processar informações relevantes que levem a mudanças de atitudes e/ou comportamentos) levam ao fracasso. Temos muitos exemplos na família, onde o ditado brasileiro "pai rico, filho nobre e neto pobre" parece ser válido. Também presenciei casos em que pessoas são contratadas como "salvadores da pátria", com altos salários e que depois são demitidas, por não ter conseguido "atingir os objetivos propostos". Outros exemplos são pessoas (as vezes da família, as vezes conhecidos, as vezes "ex-amigos") que gozavam de boa fama e eram estimados, e que, num dado momento se revelam, mostrando quem realmente são. Caem então em descredito e passam a ter nosso desprezo ao invés da antiga estima. A conclusão é a do título deste artigo: Não é suficiente conseguir (dinheiro, cargos, boa fama). É necessário manter essas conquistas . . .

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O valor dos salários

Uma definição para o valor dos salários pagos em uma sociedade é a de que eles são proporcionais ao valor que essa sociedade dá para aquele trabalho que é feito. Outra diz respeito a quantidade de pessoas aptas a realizar aquele trabalho. Assim sendo, nesse caso, professores que são muitos, ganhariam salários menores que deputados que são poucos. Em outras palavras, no montante total é muito menos honeroso para o estado dar aumentos para os deputados do que para os professores. Nessa linha de raciocínio teríamos a educação. Como poucos conseguiriam ascender ao nível superior, a procura por esses profissionais seria intensa, logo seus salários seriam elevados. Aqui existe um porém: antes bastava ter nível superior. Hoje em dia depende em que. Existem cursos extremamente difíceis, como metereologia, que não tem muita aceitação no mercado. Nesse caso, quem se aventura a fazê-los pode ter uma grande decepção, pois se esforçou muito e terá um pequeno retorno financeiro. O ideal, do ponto de vista do empregado, seria fazer pouco esforço e ganhar muito. Isso em geral só acontece em "peixadas", que obviamente são disputadas por "quem indica". Atualmente até empregos "normais" são ocupados por "quem indica". O mérito me parece garantido apenas nas forças armadas, um tipo de instituição democrática na minha opinião. Os funcionários públicos concursados estão garantidos. Os profissionais liberais que conquistaram uma clientela fiel também. Depois temos os empregados das empresas privadas, que de uma hora para outra podem ser demitidos e os autônomos, que tem de se adaptar as idas e vindas do mercado. Finalmente os de menor número, que são os empregadores. Estes fazem ajustes conforme o mercado demitindo ou admitindo empregados. Qual o segredo então ? O segredo é casar o que se gosta, com o que se sabe fazer e com o que a sociedade (ou seja, os "outros") precisam e estão dispostos a pagar regiamente. Tarefa nada fácil por certo . . .

sábado, 1 de novembro de 2008

As Casas Astrológicas - Uma Mandala

Um aspecto interessante da astrologia são as casas astrologicas, que são doze e estão relacionadas a cada um dos signos do zodíaco. O simbolismo dos signos engloba todo o universo e realidades existentes. Assim as casas de número I a VI são chamadas de pessoais, pois se referem a aspectos do indivíduo. As casas de número VII a XII são chamadas de sociais, pois revelam a influência dos outros na vida do indivíduo ou também o que o indivíduo representa para a sociedade. Uma rápida explicação seria como se segue: Casa I: o indivíduo como veio ao mundo, corpo, saúde. Casa II: aquilo que alimenta: nesse sentido dinheiro ganho por esforço próprio. Casa III: aquilo que está próximo: parentes, vizinhos, colegas. Casa IV: aquilo que existia antes do nascimento: família. Casa V: os prazeres e diversão, sexo. CasaVI: as rotinas necessarias a manutenção da vida, cuidados com a saúde no dia a dia, hábitos saudáveis. Caso o indivíduo tenha superado todas as fases descritas anteriormente com sucesso, ele, teoricamente, estará apto a desenvolver as atribuições das próximas casas que são as seguintes: Casa VII: casamento, como sociedade (como prazer sexual ver casa V). Casa VIII: Morte simbólica, especulação financeira, dinheiro recebido como herança. Casa IX: Grandes estudos, viagens. Casa X: carreira profissional, reputação. Casa XI: Reconhecimento entre os pares, associações de classe, inovação na profissão. Casa XII: grandes prisões e também no lado positivo transcendência, superação, passagem para um plano superior. De todas as casas, quatro são chamadas de cardeias devido a sua importância para a maioria das pessoas. São elas: Casa I, que representa o ser fisicamente. Sua importância reside na saúde fisica e mental. Quem nasce com problemas de saúde já está em desvantagem nesta vida. Casa IV: Representa o que existia antes do nascimento, ou seja, a familia. Para se ter uma ideia da importância da família basta dizer que estudos recentes apontam que 70% do sucesso de uma criança pode ser atribuído a sua familia de origem. É claro que nascer em lares sadios, com pais estudados e conscientes, com renda adequada, influencia muito no futuro do indivíduo. Essas casas irão influenciar e praticamente decidir, na maior parte dos casos, o que o indivíduo consiguirá na casa VII: o casamento, ou seja, que tipo de sociedade ele formará com seu conjuge e quem será esse conjuge. Finalmente teremos como resultado socialmente visível (além do casamento) a profissão ou carreira (casa X). Nossa sociedade (= pessoas com interesses em comum, por definição, mesma coisa que colegas) tem como áreas de maior relevância o casamento (busca do parceiro afetivo, sexual, societário) e a profissão (fonte de reconhecimento social e de remuneração por parte dessa mesma sociedade). Quando conhecemos uma pessoa vamos logo perguntando o que ela faz. E as pessoas se sentem importantes a medida que exercem cargos também importantes. O casamento pode também conferir status, riqueza e poder a uma pessoa, dependendo obviamente de quem é seu conjuge. Ouço muitas vezes que essas devem ser as buscas do indivíduo para ter sua expressão no mundo reconhecida, e que, a abdicação delas pode levar a depressão profunda e talvez até mesmo a aniquilação através do suícidio. Muitos substituem a falta de companhia por animais domésticos, em particular cães e gatos. Já a falta de emprego e profissão produtiva faz com que muitos que não saibam aproveitar seu tempo de outra forma sentirem um vazio. Acontece que o número de excluídos do mercado de trabalho é muito grande. Cabe a essas pessoas desenvolverem atividades outras a fim de manterem-se ativas fisica e intelectualmente, de forma a terem uma existencia com melhor qualidade de vida.