Existe basicamente dois comportamentos possíveis diante de um impasse ou dilema: colocar "panos quentes" ou tomar alguma decisão contra o agressor. Conforme o temperamento da pessoa ela vai escolher um dos dois caminhos e a mesma pessoa pode mudar sua ideia ao longo do tempo. Muitos jovens costumam "não levar desaforo para casa". Já muitos velhos preferem "colocar panos quentes". Faz sentido. O jovem tem muita energia e está na fase de conquistar coisas na vida. Já o velho não tem pretensão de conquistar mais nada e está mais preocupado em não perder o que conseguiu. Interessante notar também que as mulheres muitas vezes preferem "colocar panos quentes" mais que os homens. Pode ser pela natureza delas, normalmente menos belicosa que a dos homens em geral. Temos também o comportamento "colocar mais lenha na fogueira", quando alguém incita outrem a guerrear ao invés de contemporizar. O discernimento necessário para decidir se é hora de "colocar panos quentes" ou não vai depender de cada pessoa e do momento em que ela está vivendo, pois dependerá dos valores morais dessa pessoa, do que ela pode tolerar ou não, do que ela aprendeu com sua experiência (e com a experiência dos outros).
domingo, 3 de junho de 2012
Casados X Solteiros
Já disse neste espaço que ser bem casado é muito melhor que ser solteiro. O solteiro gosta de se comparar com pessoas mal casadas, porque nessa comparação ele leva vantagem. Acontece que quem é mal casado pode se divorciar e casar novamente com alguém que preste. O problema com o solteiro é quando ele fica velho: sua família de origem, aquela que provavelmente ele adora e que o fazia muito feliz e especial vai acabar. No mercado matrimonial ele não tem mais nenhum valor, porque mulheres estarão na menopausa e homens não serão atraentes para as moçoilas, a não ser pelo seu dinheiro. Existem pesquisas que mostram que esses solteiros tardios são mais infelizes que os casados, que dirá dos bem casados. A eles restará somente a solidão nas melhores das hipóteses, isso se não tiverem se sustentar pais doentes na velhice. A situação piora para os filhos únicos, que não terão irmãos para dividir o eventual peso nem para servir de companhia a eles na velhice. Era comum no passado irmãos solteiros unirem-se e morarem juntos, auxiliando-se mutualmente. Os filhos eram muitos e sempre sobravam alguns solteiros. Outro agravante é que se ficaram solteiros, provavelmente essas pessoas não são sociáveis e portanto não deverão ter amigos verdadeiros e fieis. Poderão ter colegas e relacionamentos de amizade superficiais. Na família poderão ter primos. Acontece que primos são parentes muito distantes e duvido que algum deles faça alguma coisa pelo solteirão ermitão. Sinto dizer mais me parece que o futuro para essas pessoas é negro. Como não se reproduzem, seus genes desaparecerão mais rapidamente que o normal . . .
sábado, 2 de junho de 2012
Processos
Para processar alguém você precisa da qualificação dessa pessoa, que são são dados pessoais (ou empresariais). Você somente consegue esses dados caso tenha um contrato formal com a pessoa, onde as partes estão identificadas ou então caso aconteça uma ocorrência policial, onde a polícia irá fazer essa identificação, inclusive verificando se alguém é procurado pela justiça. Em ocorrências policiais, caso a pessoa fuja, você pode tentar identificá-la pelo numero da chapa do carro. Outra hipótese é ter a sorte de algum guarda estar por perto, quando ocorrer o delito, de forma que você possa pedir para ele intervir. Quase todos delitos são ligados ao patrimônio, como roubo ou furto ou questões contratuais. Nas três vezes que tive de processar alguém eu tinha um contrato (aluguel de linha telefônica), o polo passivo era conhecido de muitos (caixa econômica federal, no caso do calote nas contas do FGTS) ou então a pessoa tinha ligação econômica comigo. Processar alguém por calúnia, injúria ou difamação geralmente ocorre quando esses crimes são cometidos por pessoas ligadas a mídia, porque a prova é fácil de fazer: é só pedir a fita de gravação do programa ou recortar o artigo de jornal. O objetivo de processar criminalmente é que fica provado a culpa do polo passivo de forma a garantir a vitória no processo de indenização posterior. O maior risco é de alugar e não receber. Ou então comprar a vista também não receber. Quando se contrata um serviço você acompanha o andamento. Não estando satisfeito você simplesmente dispensa o contratado. Quando você compra um produto, você pode observar a garantia, a solidez da empresa que o produziu (marca), a existência de assistência técnica e qualidade do pós-venda. Dizem os advogados que para cada problema existe um remédio jurídico . . .
sexta-feira, 1 de junho de 2012
A receita do empreendedor
A receita do empreendedor de sucesso: pensar grande, começar pequeno e crescer rápido. Pensar grande é fácil e não custa nada. Começar pequeno é um sinal de bom senso. Agora crescer rápido é o mais difícil. Para crescer rápido a concorrência tem de ser muito ruim além de não fazer nada enquanto você come o mercado deles. Não me parece muito fácil que isso aconteça. Isso somente deve acontecer se você tiver alguma vantagem competitiva invencível, como facilidades no governo, fornecedor com alta tecnologia por trás, exclusividade de algum modo, carteira prévia de clientes. Ninguém em sã consciência começa do nada porque sabe que o fracasso é quase certo. No mínimo você precisa conhecer o ramo, de preferência profundamente. E para conhecer você tem dois caminhos: teoria e prática. Teoria você pode aprender na escola. Prática somente trabalhando com quem já está estabelecido.
As mulheres de diferentes classes sociais
Segundo o Paulo Gaudêncio as mulheres das classes A e B escolheram ser profissionais e as mulheres das classes C, D e E ser mães. Faz sentido. As mulheres das classes A e B apostam em si mesmas para ganhar dinheiro e ter uma vida confortável. As mulheres das classes C, D e E, não sendo capazes de ganhar dinheiro por si mesmas, apostam em ter filhos para ter um sustento na velhice. Acho que todos precisam de um filho confiável (ou até dois). Precisamos de alguém para passar o dinheiro adiante e para administrar nossos bens em caso de demência, por exemplo. Antes os filhos vinhem de qualquer maneira. Hoje podemos fazer tudo de forma mais inteligente e planejada. Isso no caso ideal, é claro.
Os melhores países do mundo para se viver
Os melhores países do mundo para se viver são os países da nórdicos. Podemos incluir a Nova Zelândia e a Austrália também. A principal característica desses países é que eles tem população relativamente pequena e que provavelmente não existe emigração significativa ou mistura genética. Pelo livro o gene egoísta todos são mais ou menos parentes entre si nessas países. Com a Austrália e a Nova Zelândia aconteceu algo parecido, já que esses países tiveram uma colonização mais ou menos homogênea e somente receberam imigrantes altamente qualificados, o que significa dizer com bons genes, nível superior, etc. Isso foi fácil para eles porque são ilhas distantes. Não existem fronteiras terrestres e é muito fácil barrar imigrantes, caso eles sobrevivam a viagem de navio. Avião então é mais fácil de controlar ainda. Já os países da América receberam todo tipo de imigrante: pobre, analfabeto, doente e de todos os países. Só que nos Estados Unidos esses imigrantes formaram guetos e no Brasil se miscigenaram. Portanto os Estados Unidos e o Brasil são os melhores lugares do mundo para quem quer ter progresso social e econômico. Aqui existem possibilidades concretas para esses imigrantes, formando quase que uma escada, que pode ser ascendida por gerações sucessivas de imigrantes.
Agora dizem que nos Estados Unidos formou-se uma quadrilha, que se apoderou dos postos chaves na política, finanças e universidades e que essa quadrilha espoliou os outros, que seriam tontos a serem manipulados. Seria a volta da tese do gene egoísta, possível em uma sociedade como a americana e talvez até no Brasil. A diferença é que quem manda no Brasil é o governo e o governo pode mudar de tempos em tempos, o que nos dá uma esperança.
Gostaria de ver um estudo . . .
Sabemos que existe uma concentração de psicopatas entre os executivos. Eles são atraídos pelo poder e já foram classificados como perversos por Freud. Como o poder os atraem, não seria absurdo inferir que devem existir muito psicopatas entre os juízes de direito. Gosto de saber por que as coisas são como são e porque não podem ser diferentes. É o mesmo caso de homossexuais que procuravam se ordenar padres, para tem uma profissão em que não seriam questionados socialmente por sua opção sexual. Os executivos psicopatas podem no máximo gerar a retaliação de seus empregados que entraram com processos na justiça do trabalho para receberem uma compensação ou então podem ser desmascarados e demitidos após algum relatório de auditoria feito por um auditor corajoso. Já um juiz psicopata tem estabilidade no emprego e os prejudicados muito pouco podem fazer, a não ser ficar apelando de suas decisões injustas, sem nenhuma garantia de sucesso, porque seus pedidos irão para a mesa de outros juízes . . .
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