E a Tia é a cara do brasileiro: periférico, zoiudo, só acredita no que vê, o último livro que leu foi no primário, seu mundo é o da vizinhança, o resto ouve dizer pela televisão, suas crenças são o sendo comum da sua realidade, não se desloca , não tem nenhum movimento em direção a evoluir o que significaria melhorar. Não existe criatividade nenhuma. Nenhuma abertura psicológica ou arejamento de novas ideias. É tudo sempre igual, sem movimento, parado , sem novidades.
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