É assim com quem vive intensamente acessando novas informações e enfrentando novos desafios o tempo todo: esse tipo de pessoa vê o tempo passar devagar. É o meu caso. Já aquele que vive no batidão, na repetição, vê o tempo passar rapidamente. É o caso da imensa maioria das pessoas comuns. Viver para o cérebro é ser exposto a novidades. Quanto maior a exposição maior a sensação de estar vivo. É por isso que viver em São Paulo de forma a monitorar as novidades e se assombrar com elas é a maior possibilidade de viver plenamente!
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