quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

O divórcio e suas consequências

Cada divórcio é diferente mas também igual porque o Direito precisa subsumir tudo a um padrão determinado. Dessa forma não importa se a mulher é uma mãe relapsa,  se não tem capacidade de administrar finanças e economia doméstica, se tem transtornos mentais diversos. As regras serão as mesmas para uma mulher que seja mãe exemplar, excelente administradora das finanças e capacitada para lidar com assuntos econômicos,  equilibrada , higida e consciente com saúde física e mental. Não é difícil prever que a mesma regra aplicada a tais mulheres irá  provocar resultados muito distintos. A primeira poderá enfrentar sofrimento e privações de todo tipo, com reflexo na criação e personalidade dos filhos (conhecemos vários exemplos). A segunda será alguém de sucesso , com filhos bem adaptados e bem sucedidos. O homem no divórcio fica basicamente mais pobre e menos atrativo para as mulheres. Seu papel é socialmente e culturalmente desprestigiado no caso dos filhos do casamento que terminou em divórcio. A decisão de se divorciar portanto não é automática, pelo menos não para quem tem a ética da Alteridade. 

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