Você percebe a classe social de quem frequenta a loja. Mercados na periferia tem pátios de estacionamento com veículos velhos, sucateados. Mercados de bairros ricos tem carros importados. Pobre come e vai no supermercado. Na farmácia não é a mesma realidade. E no posto de combustível vai uma vez por mês, justamente porque só usa o carro para ir no supermercado do bairro.
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