domingo, 1 de dezembro de 2013

Lei Maria da Penha torna criminosos 56% dos homens

A lei Maria da Penha é tão rigorosa que levaria a uns 56 milhões de processos e provavelmente a milhões de prisões. Não haveria prisões para todos nem dinheiro para sustentá-los. É o mesmo caso da lei do desarmamento que colocou milhões de pessoas na ilegalidade. A humilhação é punida pela lei Maria da Penha. Não existe em teoria motivo para alguém ser humilhado em um relacionamento moderno em que ambos trabalham, em que existem poucos ou nenhum filho, em que os pais tem condições de receber os filhos de volta e em que a justiça protege a mulher e os filhos de forma veemente. Respeito pode ser confundido com medo em formas primitivas. Marido e mulher precisam se respeitar reciprocamente. Para haver respeito é preciso haver admiração e reconhecimento. Na verdade o melhor é haver comprometimento entre marido e mulher. Antigamente se falava: estou comprometido, ou seja, farei o que for necessário para manter meu casamento. 

A lei não te obriga a ser bom

Pelo menos a lei dos homens. Isso acontece porque a lei não pune a omissão, a não ser em casos específicos de mãe com filhos e de médicos. Portanto ninguém pode ser punido por não te avisar de que você está prestes a escorregar em uma casca de banana qualquer. Vale o mesmo no trabalho. E na família. O comportamento estoico que é o de ser indiferente pode ser moralmente criticado mas é legalmente válido. A única lei que te obriga a ser bom é a lei moral, em particular a ideologia cristã. Como cada vez mais menos pessoas estão preocupadas com ética ou moral, o que nos resta é a punição possível pela lei, o que é muito pouco para viver em harmonia, de forma produtiva e feliz.

A única razão para alguém pagar seu salário na iniciativa privada . . .

É porque precisam de você !!! Caso o patrão não precise de você ele com certeza vai te despedir, porque despesa com salários e benefícios não é o objetivo de nenhum capitalista. Na verdade o empresário diminui ao máximo o número de empregados porque ele sempre pensa na redução de problemas futuros como processos trabalhistas e indenizações. Por outro lado o empresário sempre pensa na redução de custos com treinamento e por isso sempre contrata alguém com experiência. Somente quando não existe essa pessoa com experiência disponível por qualquer razão é que o "empresário" se dispõe a gastar com treinamento, seja em tempo ou em dinheiro. O empresário brasileiro vê seu empregado como um potencial problema e o empregado vê o empresário da mesma forma. O profissional liberal tem de agradar seus clientes e quando ele tem muitos clientes ele passa a escolher quem atender, seguindo a lógica de escolher o caminho que lhe traz mais benefícios e menos custos. A exceção a todo esse processo é o funcionário público. Esse tem a vida ganha e pode até ganhar pouco mas está em melhor situação do que 70 ou 80% dos demais trabalhadores . . .

A visão da educação de Max e Engels

Eles defendiam uma educação ampla e não apenas voltada para as necessidades do mundo capitalista, que são a de formar mão de obra para as industrias, comercio, serviços. Juntando essa observação com a frase publicada no Face que dizia que a maior revolta contra o sistema que alguém pobre poderia fazer era estudar percebemos uma coerência com o ideal revolucionário proposto por Max e Engels para  a educação. Observo que aqui no Brasil não existe para todos a educação para o trabalho quanto mais uma educação holística. Quem quiser essa educação holística terá de buscá-la por conta própria ou então deverá ter tido pais intelectuais ricos muito esclarecidos . . .  

As pessoas escolhem os caminhos que lhes propiciam as maiores recompensas pelo mínimo esforço

Só que na prática pode acontecer o contrário: você pode escolher um caminho de muito esforço que proporcione a mínima recompensa. Aí você terá sido burro. O normal é grande esforço significar  grande recompensa e pequeno esforço significar pequena recompensa. Grandes recompensas pelo mínimo esforço em geral acontecem no casamento das mulheres bonitas com homens ricos ou então no casamento de homens bonitos com mulheres velhas mas poderosas. Fora casamento temos o emprego bem melhor remunerado para pessoas bonitas e outras vantagens. Quem é feio tem de acreditar na sorte ou na herança !!! 

A teoria sobre a educação e a renda

Na década de 50 alguns economistas afirmaram que a educação levava a pessoa a ganhar mais por isso educando o povo a renda aumentaria. A quem diga que o que ocorre é o contrário: quando um povo fica rico ele passa a educar mais seus cidadãos. Isso é possível porque existem ambos os casos na história da humanidade. A Espanha hoje tem a geração mais bem estudada da sua história e também tem o maior desemprego. A Argentina no começo do século era rica e tinha uma população bem educada e caiu pelas tabelas. A Rússia tem algos níveis de educação e renda per capita média. Uma outra teoria diz que como não é possível identificar pelos olhos quem é mais produtivo e mais inteligente, a educação forneceria um farol sobre essas qualidades, mostrando ao empregador quem tem essas qualidades inatas. Devemos lembrar que quase todas as pessoas são empregadas em uma economia. Alguns poucos são empregadores, outros tantos funcionários públicos e alguns são profissionais liberais. 

Um negócio de mulheres e entre mulheres

As mulheres quando viram empreendedoras normalmente abrem negócios relacionados a misteres de mulheres. Trata-se de algo natural. Mesmo mulheres que tem negócios de homens em geral aprenderam com o pai desde crianças a atuar nesse ramo. A ao abrirem negócios de mulheres e para mulheres tudo fica no âmbito feminino: os empregados do negócio são mulheres, as parceiras comerciais são mulheres e as clientes também são mulheres. É verdadeiro clube da Luluzinha. Será que negócios entre mulheres são melhores ? O que sabemos é que em tamanho os negócios das mulheres em geral são pequenos. Mulheres empreendedoras tem muito que avançar . . .