quinta-feira, 7 de abril de 2016

Há preços que não se medem em dinheiro

Estamos falando da mistura entre o público e privado. Trata-se de um caso relatado pelo Contardo Caligaris hoje na Folha de São Paulo. Existem situações em que um Síndico por exemplo precisa gastar o dinheiro de todos, digamos, convocando uma Assembléia Extraordinária para eximir-se de ser acusado depois mesmo fazendo a coisa certa. E a Assembléia, se for composta de idiotas e tomar decisões idiotas nada mais se poderá fazer já que a mesma é soberana. É assim com as famílias também, onde pessoas menos dotadas intelectualmente são contempladas com poder que não sabem usar. É a mesma situação . . . e o filho mais esperto de Zeus - Hermes tem de sofrer . . . 

Três orçamentos são necessário para grandes obras.

E até a aprovação de obra tem de ser em Assembléia por conta dos inimigos que acham que todos são ladrões como eles seriam. É necessário cuidado redobrado com essa gente. Perigo . . . 

O povo e o desconto ou parcelamento

Para pequenos gastos o povo pede desconto a vista. Para grandes gastos parcelamento "sem juros". Como a maioria faz isso o mercado se adapta. É por isso que o comerciante esperto dá desconto a vista para compras de valor elevado. Parcelar esses valores em 10 vezes em geral não interessa financeiramente. É apenas uma imposição das deficiências do comprador que simplesmente não tem o dinheiro para a compra a vista. Bens de valor elevado, como carros e imóveis são financiados: ou seja, o fabricante recebe a vista e o banco ou financeira assume o crédito em troca de juros. 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Pena do coitadinho - Proteção

Exemplos: Justiça da Família Divórcio. O coitadinho é a esposa pobre coitada, que nada sabe de seus direitos e que é santa, ainda mais se tiver filhos. Justiça do Trabalho: o coitadinho é o empregado, que também não sabe de seus direitos e é oprimido pelo dono da empresa capitalista malvado, detentor de grande poder econômico e jurídico. Justiça Civil: o coitadinho é o pobre do consumidor, que é enganado pela empresa malvada e que deve ter seus direitos preservados através de liminares como no caso dos Processos contra Planos de Saúde e outras. Nas demais justiças eleitoral e militar em geral não existem coitadinhos porque todos conhecem as regras. E na Justiça Criminal pode existir o coitadinho também ou não, dependendo do tipo de crime e da apresentação do réu: caso ele se mostre uma pessoa trabalhadora e do bem pode ter uma pena mínima ou o perdão da pena. Casos assim acontecem com crimes de trânsito menores por exemplo. Por isso dar uma de João sem braço ou de coitadinho tem tantos adeptos aqui no Brasil . . .  

terça-feira, 5 de abril de 2016

Quando a Razão já não é uma tática de poder

Velhos não tem mais razão em função da demência fruto da idade avançada. E quando não prevalece a razão prevalece a Amabilidade. As outras táticas vão sendo postergadas, inclusive a de sanções que somente é utilizada em última instância. Homens em geral convencem com o uso da razão e mulheres com a amabilidade. Ou então: adultos usam a razão e crianças usam a amabilidade.   

Maior Poderio Jurídico Econômico

Quando se trata de Processos Jurídicos faz toda diferença as provas que você tem e também contra quem você está demandando. Quando você está demandando contra alguém poderoso juridicamente (pode contratar os melhores advogados e recorrer até a última instância) e economicamente (pode pagar muito bem seus causídicos) é de se esperar que você perca em algum momento. Essa é a lógica. Outra realidade aqui no Brasil são os valores da nossa sociedade imperfeita: A pena do coitadinho, a justiça e a autoridade. É assim com relação aos supostos hipossuficientes que tem tratamento diferenciado pelos juízes. 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

O povo e o relacionamento

O povo e o relacionamento é representado pela audiência do Big Brother que atinge milhões de pessoas. Outro exemplo são os 13 milhões de multas por ano aqui na cidade de São Paulo que mostra o relacionamento com a civilidade do povo. Outros indicadores são o número de testamentos, casamentos com pacto ante nupcial e demais atos da vida civil. Outro ponto de relacionamento são a convivência em Condomínios e o convívio com vizinhos. E finalmente os casais felizes por exemplo e as relações familiares em geral.