E o Diabo mora nos detalhes. E quem mente é amigo do diabo. Pessoas que entendem errado, que distorcem a realidade, em induzem os outros a erros, que odeiam por qualquer motivo, que se valem de situações legais porém injustas são todas grandes amigas do diabo. Todo aquele que é mal e que pratica o mal é amigo do diabo. Podemos perceber que o diabo tem muitos amigos aqui no Brasil, nas empresas, nas famílias, nas igrejas, no governo. Existe até a expressão Saco de Maldades que uma pessoa do governo usou uma vez.
terça-feira, 3 de março de 2015
Amor e Bem
Temo feito vários testes que aparecem no FaceBook e todos me avaliam como uma pessoa de Deus: entusiasmo (Deus dentro de mim mesmo), Anjo da Guarda após a morte, etc. Além disso eu sou uma pessoa hipertímica, ou seja, sinto emoções a mais que os outros na média. Meu trabalho no bem é aconselhar a todos que posso, orientar, guiar. Minhas decisões e atitudes muitas vezes ajudam os outros sem retorno imediato algum para mim. É claro que um mendigo não está em condições de ajudar outro mendigo e eu tenho condições materiais suficientes. Além disso através do questionamento, reflexão e ponderação sempre avanço na maturidade e me distancio cada vez mais da média das pessoas. Tornando-me mais maduro minha consciência se expande, meus relacionamentos tendem a serem mais agradáveis, fico mais competente e minha integridade se fortalece.
segunda-feira, 2 de março de 2015
Decisões
Hoje pude ver que meu amigo do peito não é exatamente virginiano, ou seja, não é rápido para selecionar e decidir em um ambiente multifatorial. Trata-se de uma competência que eu tenho. Na minha vida grandes decisões financeiras foram tomadas rápida e certeiramente: foram 3 compras de imóveis a vista, bem como a compra de 10 carros, sem falar nos investimentos. Faz parte de mim: vou atrás do que eu quero e decido após juntar uma massa crítica de informações. Não me lembro de ter tomado decisões antes do tempo nem depois do necessário. Vim vi e venci é o meu lema.
A sensação de estar gastando dinheiro bom com um modelo velho
Já havia ouvido falar nessa sensação mas nunca a levei muito a sério até hoje. Acontece que dei uma olhada no novo Corvette que ficou bem diferente dos anteriores. E não teve jeito: os outros ficaram velhos, terrivelmente velhos. Nunca comprei um lançamento até hoje. No entanto estou pensando seriamente em reconsiderar essa minha atitude já que as vezes carros completamente novos estão sendo lançados. Já percebo que trocar de carro é algo que acontece milhões de vezes por ano aqui no Brasil. Não podemos dizer que é algo raro e muito difícil . . .
A penetração de vendas e aluguel de imóveis pela internet
Se os carros já não são vendidos preferencialmente pela internet, imóveis então devem ser menos ainda. Isso deve ser consequência do preço do imóvel: quanto mais alto o preço maior o medo do comprador, além de que a maior parte das vezes o comprador precisa de financiamento. E o comprador não quer ter trabalho ou perder tempo. Ele acha que está pagando e que isso basta para ser bem atendido, comprar bem e com segurança. Ao contrário dos carros, imagino que realmente TODOS os imóveis a venda ou para alugar estão anunciados na WEB. Minha opinião está fundamentada no preço do imóvel que sendo muito elevado justifica o gasto com o anúncio, valendo o mesmo com relação ao aluguel. Além disso cada imóvel é único, diferente de um carro que é produzido aos milhares exatamente igual; Tive um amigo que vendeu no sufoco uma casa: ela a colocou a venda em 22 imobiliárias. Dessas umas duas se deram ao trabalho de anunciar a casa na internet. Prova de que imobiliária é o JACARÉ em pessoa.
A penetração dos anúncios de venda de carros na WEB
Durante algum tempo imaginei que todos os carros usados vendidos no mercado brasileiro passassem pelo maior site de anúncios - o webmotors. Uma modificação do display do site mostra que estão anunciados apenas uns 120.000 carros, sendo que o mercado brasileiro de veículos usados movimente uns 12.000;0000 de carros vendidos por ano. Ou seja, mesmo que exista rotatividade de suponhamos 50% por mês, teríamos uns 720.000 carros vendidos pela internet, o que não é muito na minha opinião. Ou seja, comprar e vender carro ainda é algo que as pessoas não fazem livremente. Os números mostram que devem existir clientes fieis a determinado canal de venda, como concessionárias, por exemplo. A reposta para esse comportamento pode ser medo, confiança no canal, expectativa de garantia maior, facilidade e preguiça, pouco tempo, etc etc etc Ou seja, muitas compras podem ser por acaso: o sujeito vai até a loja, gosta do carro exposto, entra e fecha negócio. Exatamente como faz quem compra uma peça de roupa.
A década do jacaré
Tudo indica que estamos entrando em mais uma década do jacaré aqui no Brasil. A década do jacaré é a década da recessão, onde os jacarés ficam de boca aberta na beira do lago esperando que algum incauto passe por dentro de sua boca. Na década do jacaré quem tem caixa é rei. Quem tiver dinheiro poderá fazer bons negócios, principalmente nas coisas mais caras e supérfluas, como imóveis na praia, carros esporte usados, motos grandes vistosas, pacotes de viagem fora da temporada. São basicamente essas coisas que irão perder preço. O resto já é consumido por pessoas da classe AAA que não precisam do ano do jacaré para fazerem bons negócios . . .
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