Várias aquisições de negócios acontecem no Brasil. É claro que isso acontece quando é conveniente para quem compra. A compra de empresas não é uma ciência exata. Quando existe desvalorização do real por exemplo podem aparecer pechinchas. Quando o governo é favorável aos Estados Unidos a vinda de empresas americanas é facilitada por acordos, por exemplo. Um governo coerente com as contas públicas saneadas é fundamental porque em caso contrário o governo aumenta impostos. Além disso, alguns estrangeiros não foram bem sucedidos em tocar os negócios que compraram. Eu desconfio que por trás disso estejam ideias que não correspondem aos fatos, a peixes vendidos que não foram entregues por interesses particulares dos "executivos" brasileiros. Existem muitas empresas estrangeiras que estão aqui no Brasil quase que por razões estratégicas, monitorando o mercado e esperando alguma grande oportunidade de investirem. Teoricamente o know how dessas empresas pode fazer diferença em algumas áreas, como por exemplo no caso da Hyundai instalada em Piracicaba.
No caso da AMIL eles estão tentando fazer os médicos detalharam procedimentos de forma a poderem fazer avaliações e administrar melhor o negócio. Só que os médicos obviamente resistem . . .
ResponderExcluirA Amil é o maior negócio em faturamento dos americanos no Brasil. Faturam mais que a General Motors.
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